Maioria dos apps Android possui arquitetura incorreta

Texto sobre a matéria

Muitas não estão otimizadas para o melhor desempenho e podem usar menos o equipamento de radiocomunicações e as transferências de dados.

O desempenho na rede é uma das coisas mais importantes que a maioria dos apps faz mal”, afirmou o programador da Google, Colt McAnlis, durante a conferência Google I/O, realizada na semana passada. Quase todas têm arquiteturas incorretas para essas operações, explicou McAnlis a uma multidão de programadores.

Ao estruturar a forma como as aplicações móveis acessam as redes de maneira ineficiente, lembrou McAnlis, impõem-se aos usuários custos desnecessários em termos de desempenho e duração da bateria. “As más operações em rede custam dinheiro”, enfatizou.

“O usuário paga um preço alto por cada pedido falso que o app faz, todos os pacotes dessincronizados, cada imagem de dois bits solicitada desnecessariamente”, ilustrou McAnlis.

O programador propõe uma solução: usar menos o equipamento de radiocomunicações e as transferências de dados. Uma maneira de suportar isso é fazer “loteamentos” de dados.

Ou seja, arquitetar a aplicação de modo que aos dados de baixa prioridade sejam enviados quando o hardware de rede do dispositivo for ativado por outro sistema, minimizando a quantidade de tempo e energia utilizada na comunicação por rádio. Desencadear processos de pré busca de dados é outra técnica importante, para suavizar a utilização da rede pelas aplicações Android, assinalou.

“Quando a aplicação ‘sabe’ que vai fazer seis ou sete pedidos no futuro, não deve esperar que o dispositivo ‘adormeça’ para depois acordá-lo novamente”, ironiza o programador. Para ele, faz mais sentido tirar proveito do fato de o chip estar em atividade e fazer logo os pedidos.

McNalis sugeriu aos programadores a utilização do serviço Cloud Messaging, do Google, para as atualizações, em vez do sistema de hierarquização de servidores. “Este é um desperdício de tempo para o usuário”, alerta.

Segundo o programador, “cada vez que um app consulta o servidor e retribui um pacote nulo, dizendo que não há novos dados, o usuário paga por isso”.

FONTE:http://computerworld.com.br/maioria-dos-apps-android-possui-arquitetura-incorreta

AWS é nomeada Líder na Categoria

Texto sobre a matéria
No relatório The Forrester Wave™: Public Cloud Platform Service Providers’ Security, 4º trimestre de 2014, a Forrester Research nomeou a AWS com o único provedor na categoria Líder.
Segundo a Forrester, “Além de demonstrar um amplo conjunto de recursos de segurança de datacenter, certificações e segurança de redes, a AWS teve uma avaliação excepcional em satisfação do cliente, parcerias de serviços de segurança e uma grande base instalada.”
A AWS recebeu uma pontuação geral de 4,50 em Oferta atual, e de 4,40 em Estratégia (em ambos os casos, a pontuação máxima é 5,0).
A segurança é uma alta prioridade na AWS. A infraestrutura da Nuvem AWS foi projetada para ser um dos ambientes de computação em nuvem mais flexíveis e seguros atualmente disponíveis. Essa infraestrutura oferece uma plataforma extremamente escalável e altamente confiável, que permite que os clientes implantem aplicações e dados com rapidez e segurança.
FONTE: https://aws.amazon.com/pt/resources/forrester-pc-learn-more
 

A AWS foi designada como um líder no Quadrante Mágico de IaaS pelo 4º ano consecutivo*

Texto sobre a matéria
No relatório 2015 Magic Quadrant for Cloud Infrastructure as a Service, Worldwide, a Gartner posicionou a Amazon Web Services no quadrante de “Líderes” e classificou a AWS como a empresa com a visão mais abrangente e com a maior capacidade de execução do setor.
Na AWS, nós investimos para manter a nossa posição na nuvem, inovando em ritmo acelerado, com foco na eficiência operacional em grande escala e expandindo um ecossistema abrangente de clientes e parceiros. Nós trabalhamos de perto com líderes do setor das mais variadas empresas, como Siemens, Nike, Condé Nast e Intuit, para ajudá-las a transformar seus negócios atuais em um ritmo que não pode ser copiado usando as alternativas de infraestrutura tradicionais.
Network World – Gartner: a nuvem da Amazon é 10 vezes maior do que as nuvens combinadas de seus 14 concorrentes mais próximos
TechRepublic – Agora, a AWS é 10 vezes maior do que seus concorrentes. Será que a corrida tecnológica acabou?
InformationWeek – O Gartner dobra as estimativas que preveem a superioridade da Amazon em tecnologia de nuvem
CIO – A Amazon domina a Caixa Mágica do Gartner
Datacenter Knowledge – A AWS se destaca ainda mais da concorrência no MQ (Quadrante Mágico) de IaaS
Forbes – Amazon Web Services… Base maior, com crescimento mais rápido e inovador
FONTE: Clique aqui e leia no site da AWS.
 

50% das empresas não investem para tornar seus apps seguros

Texto sobre a matéria

Metade das empresas não investe um centavo para tornar seus aplicativos móveis minimamente seguros.

FONTE: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39468&sid=17#.VUaPl_lVhHz

Essa é a constatação de um estudo encomendado pela IBM junto ao Ponemon Institute. O levantamento indagou 400 companhias de grande porte que trabalham com grande quantidade de dados sensíveis nas áreas de finanças, saúde, farmacêutica, setor público, entretenimento e varejo

Embora o gasto anual de cada empresa pesquisada com o desenvolvimento de aplicativos móveis seja de cerca de US$ 34 milhões, somente 50% delas têm recursos destinados à segurança móvel. Já para a outra metade, 5,5% do budget de aplicativos são o total destinado para garantir que eles estarão seguros antes de serem disponibilizados aos usuários.

Segundo o estudo, em média, as organizações testam menos da metade dos aplicativos desenvolvidos e 33% delas nunca os testaram, o que cria uma infinidade de pontos de acesso aos dados empresariais por meio de dispositivos inseguros.

De acordo com o levantamento, quase 40% das grandes corporações não tomam as precauções necessárias para garantir a segurança dos aplicativos que elas desenvolvem para seus clientes e também não protegem seus dispositivos móveis contra ataques cibernéticos.

O retrato disso, conforme apontou o primeiro relatório de 2015 do time IBM X-Force, é que mais de um bilhão de registros de dados pessoais foram comprometidos em ataques virtuais durante o ano passado.

As organizações pesquisadas justificam o cenário vulnerável com o fato de que, muitas vezes, a segurança de seus aplicativos é colocada em risco devido à demanda do cliente ou necessidade. Por outro lado, 77% citam a pressão para a entrega como o principal motivo dos apps terem códigos vulneráveis.

Milhares de dispositivos rodam diferentes tipos de apps com necessidades específicas. Calcula-se, ainda que, existem atualmente quase três milhões de aplicativos nos sistemas Android, iOS e Microsoft e, em média, são feitos downloads de mais de 100 mil apps diariamente.

Ford dará até R$ 30 mil para quem criar app que melhore o trânsito em SP

Texto sobre a matéria

A Ford premiará desenvolvedores que criarem aplicativos que ajudem a melhorar o trânsito na cidade de São Paulo. A montadora lançou a versão brasileira do concurso global “Innovate Mobility Challenge”, que busca soluções para melhorar a mobilidade nas grandes cidades.

FONTE:http://computerworld.com.br/ford-dara-ate-r-30-mil-para-quem-criar-app-que-melhore-o-transito-em-sp

A etapa brasileira, chamada Desafio São Paulo de Mobilidade, tem como objetivo incentivar a criação de aplicativos que favoreçam a integração no uso dos carros e do transporte público na maior metrópole do País.

As inscrições serão abertas no dia 5 de junho e vão até 8 de setembro. Para os três primeiros colocados, a companhia dará (respectivamente) prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 7 mil.

Os apps serão selecionados por um júri formado por especialistas da área e haverá também uma eleição pelo voto popular, que dará ao vencedor um prêmio adicional de R$ 2 mil. Como critérios de escolha, serão considerados a qualidade da ideia, principalmente criatividade e originalidade, a implementação do projeto e o potencial de impacto.

Com cerca de 12 milhões de habitantes e 8 milhões de veículos, São Paulo é hoje uma das mais de 25 megacidades globais que enfrentam o desafio de oferecer meios de transporte eficientes e sustentáveis. A expectativa é que existam 40 desses conglomerados urbanos nos próximos anos.

Segundo a Ford, a proposta do desafio é avançar na discussão da mobilidade, conhecer a evolução dos hábitos e tendências dos usuários de transporte e desenvolver novas soluções com o uso de sistemas inteligentes e tecnologias de conectividade.

“As soluções de mobilidade do futuro virão da combinação de várias tecnologias, geradas por diferentes setores e conectadas com a infraestrutura das cidades. Por isso, estamos buscando ampliar nosso leque de parcerias com os desenvolvedores”, afirma a montadora.

Tanto as inscrições como a votação serão feitas por meio desse site. Para participar do desafio é preciso ter no mínimo 18 anos e residir no Brasil. O concurso está aberto também a organizações. Além do app, junto com a inscrição é preciso apresentar um vídeo que demonstre suas funcionalidades e características principais.

6 dicas de negociação para empreendedores

Texto sobre a matéria

Ao investir em um negócio próprio, o administrador precisa desenvolver habilidades para não cair em armadilhas ou ser prejudicado com acordos ruins.

FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/seis-dicas-de-negociacao-para-empreendedores/102061/

Nos últimos dez anos, a taxa de empreendedorismo no Brasil saltou de 23%, em 2004, para 34,5%, em 2014, colocando o país no topo do ranking mundial. De acordo com uma pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), revelou que ter o seu próprio negócio continua sendo o terceiro maior sonho do brasileiro.

No entanto, segundo o consultor em gestão de pessoas e especialista em negociação, Eduardo Ferraz, autor do recém-lançado “Negocie qualquer coisa com qualquer pessoa”, ao INVESTIR em um negócio próprio, o empreendedor precisa desenvolver habilidades para não cair em armadilhas ou ser prejudicado com acordos ruins. Entre elas, a capacidade de negociação é essencial. Abaixo, seguem seis dicas do especialista para empreendedores.

1 – Prepare-se bem

Pequenas empresas não costumam ter um departamento de compras, vendas, logística ou atendimento ao cliente. Na prática é o pequeno empreendedor quem compra, vende e lida diretamente com clientes e fornecedores. Por isso é fundamental que se prepare e domine técnicas básicas de negociação. Quando não está preparado, o administrador acaba agindo contaminado pelas emoções e sem objetivos claros. Desse modo, deixa de ganhar, perde pequenas e grandes oportunidades, ou pior, concorda com situações prejudiciais com receio de desagradar o interlocutor.

2 – Use seus trunfos

Existem, pelo menos, quatro grandes trunfos:

– Expertise: tem relação com a habilidade ou a capacidade técnica. Se a pessoa é comprovadamente especialista em alguma área, sem dúvida sua opinião ou seu posicionamento vale muito.
– Credibilidade: tem a ver com seu histórico de vida, normalmente é fruto da ética com a qual a pessoa negocia no decorrer da vida.
– Talento natural: é a vantagem que se tem quando é naturalmente talentoso em alguma área. Ser objetivo, por exemplo, é uma habilidade profissional, traz uma aura de competência que pode ajudar em vários tipos de acordos.
– Padrões: mesmo que a pessoa tenha pouco dos trunfos anteriores, em geral indivíduos muito jovens ainda têm pouca a mostrar, poderá contar com a força dos padrões que são uma referência numérica de mercado e, quanto mais conhecida a referência (órgão de pesquisa, associação de classe, tabela de um grande jornal etc.), mais poderosa será.

3 – Prepare alternativas

É fundamental preparar alternativas caso uma negociação não dê certo ou quando houver má vontade da outra parte. É preciso ter um plano B como, por exemplo, estudar alternativas para fortalecer sua posição, ou seja, ter boas opções para aumentar seu poder de argumentação e dar-lhe segurança. Por exemplo, se você tem um projeto excelente e seu principal cliente não está dando valor, sua alternativa pode ser mostrar o projeto para outros potenciais compradores;

– PUBLICIDADE –
4 – Aprenda a definir metas

Ao estabelecer metas, é importante pensar no que você gostaria de conseguir como ideal e qual é o mínimo aceitável? A distância entre o ideal e o mínimo constitui sua margem de negociação, que, quanto mais ampla, maior flexibilidade lhe dará ao longo do processo. Chamamos esses extremos de “Ancoramento”, ou seja, os limites de sua proposta. Entrar em uma negociação ancorado lhe dará muito mais firmeza para conseguir o que quer ou segurança em desistir, caso o mínimo não seja alcançado.

Ficamos muito mais seguros e confiantes quando temos convicção de que nossa meta é justa e merecida. Portanto não chute! Suas metas não podem ser baseadas apenas no desejo ou fé de que tudo dará certo. Elas precisam seguir um padrão de mercado ou se basear na lei da oferta e procura, pois seu oponente precisará ser convencido de que sua proposta é justa.

5 – Aprenda a lidar com conflitos

Um dos motivos que levam muitas pessoas, e aí incluímos muitos empreendedores, a desistir de uma negociação é a aversão a conflitos. No entanto, é impossível ignorar que quase toda negociação complexa é repleta de dificuldades. O conselho é pensar em alternativas de solução para eventuais rupturas, antes mesmo de a negociação começar. Além disso, você precisará se preparar para lidar com todo tipo de pessoas, inclusive com aquelas que quase todo mundo odeia negociar.

6 – Perder faz parte do jogo

Negociar bem não significa ganhar sempre, mas chegar a acordos mutuamente vantajosos. Muitas vezes é melhor se recusar a dar um desconto absurdo que lhe daria prejuízo. Perder negócios faz parte do jogo. Se o que você oferece não atende às necessidades mínimas da pessoa procure outras opções. Isto não deprecia ninguém.

Ibope: 68,4 milhões de brasileiros acessaram a Web via smartphone no 1º tri

Texto sobre a matéria

Um estudo divulgado pela Nielsen Ibope nesta quinta-feira, 28/ 05, informa que 68,4 milhões de pessoas acessaram internet utilizando smartphone no primeiro trimestre. De acordo com o levantamento, houve um acréscimo de 10 milhões de usuários comparando com o trimestre anterior — no caso, os últimos três meses de 2014.

FONTE: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39746&sid=17#.VXihPvlVikq

O crescimento no acesso ocorreu predominantemente entre pessoas de menor renda. As classes C, D, e E representavam 36% dos usuários no 4º trimestre de 2014. No 1º trimestre de 2015, houve crescimento de dois pontos percentuais e chegou a 38%. Mesmo assim, as classes com maior posse de telefones inteligentes conectados são a A e a B, que contabilizam 62%.

O Sudeste conta com quase a metade (47%) dos smartphones conectados do Brasil. O destaque é o Estado de São Paulo, que, sozinho, concentra 26% dos telefones inteligentes da região. Na sequência por região, vêm Nordeste (23%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (7%). Em um recorte do levantamento por sexo, pela primeira vez, a quantidade de mulheres conectadas em smartphone superou a de homens. A diferença é de 51% contra 49%.

No que diz respeito à faixa etária, a mais conectada compreende a de pessoas entre 25 e 34 anos (27%), seguidas de 35 a 49 anos (24%), 18 a 24 anos (22%), 10 a 17 anos (15%) e acima de 50 anos (12%).

Dos usuários entrevistados, 40% informaram que leram notícias pelo smartphone. Desses, a maioria (68%) viu o conteúdo em um navegador de internet. No ranking de formas de leitura de notícias constam ainda: rede social (42%), aplicativo de mensagens (30%), aplicativos de portais de notícias (28%), aplicativos de jornais (15%) e aplicativos de revistas (12%).

A pesquisa Mobile Report foi feita com 908 usuários de smartphone de todo o Brasil entre 26 de abril e 5 de maio de 2015.

O ambiente de Big Data e a dinâmica do cliente

Texto sobre a matéria

Por Sachin Wadhwa*

Não é novidade que o volume de dados e informações disponíveis no mundo atual está explodindo. De acordo com o IDC, o mercado global de Big Data e Analytics, em 2015, irá atingir $125 bilhões de dólares. Em particular a área analítica para a “Internet das Coisas” (Internet of Things), está apresentando um crescimento anual expressivo de 30%. São dados gerados por sensores, máquinas e equipamentos, por exemplo, que nos fornecem muitas informações importantes para diagnóstico, monitoramento e criação de modelos preditivos.

FONTE: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/big-data/o-ambiente-de-big-data-e-a-dinamica-do-cliente-41509/

Para a grande maioria das empresas, gerenciar seus dados sempre foi parte importante dos negócios. A novidade agora está na proporção, no escopo e na escala. Estamos trabalhando com volume, velocidade e variedade de dados jamais vistos antes. Extrair valor deste oceano de informações é um grande desafio. E ser capaz de separar o ouro da areia será o diferencial que irá definir ganhadores e perdedores.

Há não muito tempo, as empresas pensavam estar na vanguarda da tecnologia se pudessem aproveitar os dados transacionais de seus clientes para se comunicar de forma mais eficaz com eles.

Ao combinar um software CRM e ERP com outra aplicação de negócios, um profissional de marketing tinha tudo o que possivelmente precisaria saber sobre um cliente: Ou seja, histórico de compras (incluindo devoluções ou reembolsos), planos de serviços, registros de fidelidade, localização geográfica, demografia e taxa de rentabilidade do cliente.

Mas vale a pergunta: Embora esta informação histórica seja valiosa, ela representa, de fato uma completa representação do seu cliente?

Será que ela reflete as preferências dos seus clientes para além daquilo que você vende? Você sabe como seu cliente realmente se sente sobre a sua empresa e seus produtos e serviços? Você sabe onde mais seu cliente costuma comprar, para assim compreender plenamente sua concorrência?

Se você não pode responder sim para pelo menos uma dessas perguntas, então você pode não conhecer o seu cliente tanto quanto imagina e não está, realmente, explorando os dados em suas diversas dimensões.

História é Apenas História: Depois da Morte, vem a Autópsia
A verdade é que todos os dados transacionais e descritivos que comumente se usava, como os listados acima, fornecem realmente uma visão histórica do cliente – o que eles já fizeram com a sua empresa. Mas atualmente este modelo é insuficiente para entregar o necessário, para se prever as ações do cliente no futuro. E por que esta previsão é importante?

Como um profissional de marketing, se você sabe o que seu cliente está propenso a fazer com base no comportamento passado e presente, estará muito mais preparado para comunicar com ele de forma mais inteligente e alcançar maiores taxas de sucesso. Se ficar restrito somente ao histórico e aos dados internos da sua empresa, então é bem provável que esteja perdendo uma grande oportunidade de nutrir e aprofundar o conhecimento e relacionamento com seus clientes. Para agravar, quanto mais conectada é a sociedade e com mais opções, mais dinâmico e incerto é o comportamento do cliente e maior ainda a sua infidelidade.

Em outras palavras: se não tiver a dimensão múltipla do cliente fica praticamente impossível traçar o mapa do seu comportamento atual e futuro para sincronizar estas tendências com o modelo de ofertas e converter informação em vendas. A exploração histórica e limitada é apenas a “autópsia” de algo que já ocorreu e em circunstâncias que, na grande maioria dos casos, já não estão mais presentes.

Por que Investir em Big Data Analytics?

Atualmente, entender e usar as vantagens do “Big Data” passou, portanto, a ser uma exigência obrigatória para se fugir da autópsia e partir para o mapa do tesouro a partir das informações do cliente, do mercado e do negócio.

Resolver grandes questões de marketing, como, por exemplo, identificar os segmentos que compõem o mercado em um contexto dinâmico e altamente veloz é, sem dúvida, um dos pontos que demandam a articulação de Big Data. O mesmo vale para a identificação de mercados ou clientes mais atrativos, que exige coleta mais eficiente e análise muito mais profunda e ampla dos dados.

A equação “mais informação implica em mais ações bem sucedidas” não é exatamente uma novidade. Mas houve uma grande mudança de escala e de formato, com dados estruturados e não estruturados precisando ser processados de forma muito mais rápida e objetiva.
É mais difícil, sem dúvida, mas em compensação, a boa gestão desses grandes volumes de dados permite conhecer muito melhor os clientes existentes e potenciais, entender seus hábitos e suas preferências, enriquecer o conhecimento sobre seus comportamentos. Traçar verdadeiramente uma visão 360 graus.

Assim, se os dados “falam”, por que não conversar e interagir com eles? A esta pergunta o mercado já vem respondendo com ações práticas, não apenas no exterior, como também no Brasil.

Segundo o IDC, o mercado de Big Data no Brasil foi de US$ 285 milhões em 2013 e deve atingir US$ 965 milhões em 2018. Um crescimento bastante acelerado, embora num patamar ainda bastante acanhado frente ao potencial dessa tecnologia para a alavancagem dos negócios.

De fato modelos analíticos em Big Data podem ser o melhor amigo da equipe de marketing, fazendo o trabalho pesado de ligar os pontos sobre o comportamento dos clientes para criar uma visão abrangente e atualizada sobre eles. Mas é preciso ter em mente que não basta possuir todos os dados possíveis da clientela e armazená-los num hub unificado e seguro.
É preciso garantir que, além disso, o sistema de informação seja capaz de acompanhar dinamicamente todo o ciclo de vida do cliente através de múltiplos canais e múltiplas fontes disponíveis para a exploração e cruzamento de dados. Talvez, uma das peças faltantes mais críticas atualmente quando se fala em Big Data é responder à questão: “O que seu cliente está fazendo agora?”

É para atender o desafio de exploração de grandes dados que as empresas buscam soluções capazes de equalizar informações multiformes, multi-silos e fluentes ao longo dos múltiplos canais de contato da empresa com o cliente.

Entre tais soluções encontra-se a tecnologia MDM (Master Data Management), um componente de extrema importância na arquitetura de dados para se obter uma visão consolidada de clientes dentro destas enormes massas de dados que tendem a crescer a cada dia.

Um ótimo modelo nesse sentido é apresentado pela tecnologia IBM, posicionada no quadrante líder do Gartner, e que é implementada no Brasil e no exterior por empresas como a Infotrellis (de origem canadense), com sua parceira brasileira MD2, que juntas contam com uma vasta experiência de implementação de projetos ancorados na plataforma MDM da IBM.
A Mina de Ouro das Mídias Sociais.

A mídia social não é um fenômeno extremamente “novo”, contudo a forma como as empresas estão usando essa riqueza de dados não estruturados está ainda em sua infância, mas crescendo exponencialmente. A maioria das pessoas no mundo digital utiliza alguma forma de mídia social para se conectar com amigos, colegas, empresas, escolas e outras organizações.

Embora muitas pessoas possam não se sentir confortáveis expressando suas opiniões sobre algo em um ambiente público físico, a maioria se sente encorajada a fazê-lo a um público on-line. Quer seja no Twitter, Facebook, Yelp, blogs ou nas centenas de outras mídias sociais sites e apps, os consumidores estão cada vez mais se tornando grandes influenciadores da reputação de uma marca. Eles são igualmente abertos sobre suas próprias preferências, hábitos e crenças.

Capturar valor de dados pessoais, juntamente com os dados e as informações internas de interação com o cliente (como transcrições de chamadas e cliques nos links da empresa), é uma das chaves para ampliar o entendimento sobre ele.

Como exemplo, temos um projeto recente com uma rede hoteleira global, no qual o cliente ficou impressionado com o resultado do enriquecimento dos dados sobre os clientes registrados no seu programa de fidelidade. A combinação de dados internos com fontes externas como Facebook, Twitter e Foursquare trouxe uma nova perspectiva e descobertas sobre comportamentos, preferências e concorrentes.

Este novo conhecimento irá aprofundar o entendimento dos clientes e consequentemente direcionar a criação de produtos e serviços mais adequados e campanhas de marketing mais efetivas.
Gerenciar informações como qualquer outro fator de produção se tornou imperativo. É necessário explorar ao máximo os dados internos e enriquecê-los com inteligência de mídia social, para se obter uma nova perspectiva sobre as operações, o mercado e os clientes.
O que a empresa entendia como seu corpo de conhecimento, pode ser seriamente alterado com a adição de novas informações e implicar na conquista de vantagem competitiva que determinará a vitória sobre a concorrência.

*Sachin Wadhwa é:

COO e Co-fundador da Infotrellis e Artur Miranda, diretor da Infotrellis Brasil

4 dicas para desenvolver apps para pequenas e médias empresas

Texto sobre a matéria

Por: Fernando d´Angelo*

No meu último artigo defendi que o desenvolvimento de apps corporativos para pequenas e médias empresas é hoje uma grande oportunidade de negócios.

FONTE: http://corporate.canaltech.com.br/coluna/negocios/4-dicas-para-desenvolver-apps-para-pequenas-e-medias-empresas/

Mas, para emplacar soluções mobile nesse mercado, é necessário se adaptar à visão que essas empresas possuem em relação a TI. Seguem algumas constatações e sugestões se você pretende investir nesse universo:

Resolva pequenos problemas do dia-a-dia que ainda seguem um fluxo nitidamente antigo e que podem ser facilmente substituídos sem interferir muito nos demais processos internos das empresas.

As soluções propostas não devem impor processos extremamente complexos e novos. Empresas pequenas e médias normalmente possuem processos curtos e flexíveis, e isso não deve ser alterado sob pena da sua solução cair em desuso.
Pequenas e Médias empresas procuram, normalmente, soluções de mercado. Não se importam de usar um produto não exclusivo. Faça algo padrão que resolva um problema recorrente no setor escolhido.

O custo do App deve ser acessível, condizente com a realidade financeira do setor e com o valor agregado ao negócio.

Como exemplo de aplicação dos itens acima cito um app que desenvolvemos para o setor hoteleiro. O Keer para Resorts (http://www.keer.com.br/hotelaria.aspx) permite ao hóspede do hotel saber tudo o que ele pode fazer no resort durante o período de estadia.Esse App resolve de forma simples um problema recorrente nesse setor. Um dos Resorts que utilizam nossa solução é o Cana Brava, em Ilhéus – BA. Durante a estadia o usuário recebe notificações das atividades que estão ocorrendo no hotel, pode verificar os horários de funcionamento das atrações do hotel, saber o cardápio dos restaurantes ou ainda ver a programação de atividades. Como resultado os hóspedes estão mais satisfeitos, há uma melhor utilização dos espaços e serviços oferecidos pelo Resort e maior eficiência na comunicação e divulgação de informações aos hóspedes.

Concluindo, no caso de apps corporativos não é a pirotecnia tecnológica que vai fazer com que seu App seja bem aceito, mas sim a simplicidade da solução sugerida para um problema recorrente dentro do setor que você escolheu atuar.

Evento do Google para desenvolvedores começa no dia 28 de maio

Texto sobre a matéria

O Google I/O começará um pouco mais cedo em 2015. Segundo o calendário oficial liberado nesta quarta-feira, o evento do Google para desenvolvedores acontecerá desta vez entre os dias 28 e 29 de maio – e deverá trazer novidades em relação ao Android M, sucessor do Lollipop, segundo a descrição de uma das apresentações realizadas na conferência.

FONTE:http://info.abril.com.br/noticias/ti/2015/05/evento-do-google-para-desenvolvedores-comeca-no-dia-28-de-maio.shtml

A menção ao sistema foi tirada do ar rapidamente, mas não antes de o site 9to5Google capturá-la em um print. Ainda assim, não havia informações ali: o texto dizia apenas que o “Android M trará o poder do Android a todos os tipos de ambientes de trabalho”. Ou seja, a nova versão do SO deve apresentar algumas boas novidades em relação a negócios, servindo talvez até como uma evolução do atual Android for Work.

Outras funções voltadas para usuários finais e desenvolvedores só deverão ser reveladas durante a keynote, que acontece às 13h30 no horário de Brasília (9h30 na hora local), logo após um show de abertura. Interessados poderão acompanhá-la em um streaming organizado pelo próprio Google, da mesma forma que foi feito nos anos anteriores.

Fora essa apresentação principal, mais de 200 outras palestras serão realizadas no decorrer do evento. De acordo com o post no blog Google Developers, elas girarão em torno de três temas principais. As de Design & Develop vão falar de desenvolvimento de apps e interfaces, enquanto as de Earn & Engage mostrarão ferramentas que ajudam a fazer a base de usuários crescer. Por fim, as de What’s Next darão uma prévia das novas plataformas da empresa.

Caso queria saber mais sobre o evento, o site oficial lista tudo que acontecerá em seus dois dias. Se por acaso você for até São Francisco para participar, é possível inclusive organizar sua agenda por ali para não perder nada de seu interesse. Do contrário, a cobertura ao vivo do keynote você acompanha aqui na INFO a partir das 13h no dia 28.